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13 de maio de 2009

Da torrefação até a xícara, todo o processo feito em casa

Como já escrevi por aqui moer o café em casa é para mim tarefa básica. Depois de muitas experiências praticamente desisti de comprar café em pó. O grande lance é comprar o café em grãos, guarda-lo na geladeira e moer pequenas quantidades. Mas comprar café verde? Nunca passou pela minha cabeça. Mas esta é a idéia do designer de produtos Tom Metcalfe. O sujeito foi bem além do usual e desenvolveu uma Coffe Maker portátil onde é possível fazer todo o processo começando com o café verde.

Tudo bem, como dá pra perceber no vídeo abaixo está longe de ser prático. Se eu fosse usar uma máquina destas em casa cedo ou tarde ia acabar provocando um incêndio de grandes proporções. Mas a idéia é bacana para se pensar que torrar café não é algo tão complicado. Quem tinha avós no interior do país sabe que não muito tempo atrás o comum era torrar o café de forma artesanal na cozinha de casa.

Enfim, a máquina não é funcional, mas é bonito ver alguém dominar o processo inteiro em alguns minutos.

25 de fevereiro de 2009

Armazém do Café



Foi em 2002 que comecei a dar uma atenção maior para o café diário. Comprei minha primeira máquina espresso e um moedor de grãos e procurava experimentar os diferentes cafés que encontrava pela cidade de São Paulo. No mesmo ano, em uma dos muitos finais de semana na Rio de Janeiro fui explorar uma loja que já tinha visto algumas vezes mas até então não dava nenhuma atenção e descobri algo que me surpreendeu, a existência na cidade de uma cafeteria chamada Armazém do Café que em menor tamanho lembrava e muito a experiencia europeia de café.

Diferentes grãos, de diferentes regiões, um espresso bem tirado. Em São Paulo, que é a terra do espresso no Brasil eu não conhecia ainda uma loja tão completa.

Desde então SP evolui e muito com cafeterias super requintadas se espalhando por toda a cidade. Hoje é possível passar um ano inteiro sem repetir um mesmo café especial de altíssima qualidade apenas variando as cafeterias com blends exclusivos pela capital paulista. Não sei se por isso, agora quando volto ao Rio e bato o ponto no Armazém do Café já não acho o espresso uma preciosidade. Ainda possuem uma rara oferta de grãos de qualidade, mas o serviço deixa muito a desejar, o próprio espresso nem sempre tirado da forma correta, principalmente na loja do Downtown o atendimento é um bastante descuidado.

De qualquer forma sempre trago uma pequena quantidade de grãos do tipo Frevo ou Samba que em casa sempre resultam em um café pra lá de especial.
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